Um pouco de anatomia do ombro: a cabeça do úmero é a extremidade superior do úmero, composta por uma parte cartilaginosa que se articula com a escápula e por outra parte, chamada tuberosidades, onde se fixam tendões muito importantes para o funcionamento do ombro: o manguito rotador. A glenoide, nome dado à superfície articular da escápula, se articula com a parte cartilaginosa da cabeça do úmero, formando assim a articulação glenoumeral.

A prótese total de ombro substitui as superfícies articulares dessa articulação glenoumeral. Assim, a prótese de ombro substitui as duas superfícies articulares: a glenoide e a superfície cartilaginosa da cabeça do úmero.

Qual tipo de prótese de ombro?

Existem dois tipos muito diferentes de prótese total de ombro: a prótese total anatômica, de um lado, e a prótese de ombro reversa, do outro. A prótese de ombro anatômica é uma prótese que reproduz a anatomia do ombro: assim, do lado do úmero, há uma parte de esfera equivalente à cabeça do úmero que é substituída e, do lado da escápula, há uma pequena cúpula equivalente à superfície da glenoide. A prótese de ombro reversa, como o nome indica, inverte as superfícies articulares: a parte de esfera é fixada na escápula e a cúpula é fixada no úmero.

A escolha entre implantar uma prótese de ombro anatômica ou uma prótese de ombro reversa depende essencialmente do estado dos tendões que se fixam na cabeça do úmero, ou seja, do manguito rotador. Se os tendões do manguito rotador estiverem lesionados, uma prótese de ombro anatômica não poderá funcionar corretamente. Vale ressaltar, no entanto, que existem outras situações em que a colocação de uma prótese de ombro reversa é preferível à de uma prótese de ombro anatômica, levando em conta principalmente o desgaste da glenoide ou a falta de centralização da cabeça do úmero em relação à glenoide.

130 publicações indexadas no PubMed

Por que preciso de uma prótese de ombro anatômica ou reversa?

Um pouco de anatomia

A cabeça do úmero é a extremidade superior do úmero, composta por uma parte cartilaginosa que se articula com a escápula e por outra parte, chamada tuberosidades, onde se fixam tendões muito importantes para o funcionamento do ombro: o manguito rotador. A glenoide, nome dado à superfície articular da escápula, se articula com a parte cartilaginosa da cabeça do úmero, formando assim a articulação glenoumeral.

A prótese total de ombro substitui as duas superfícies articulares dessa articulação glenoumeral: a glenoide e a superfície cartilaginosa da cabeça do úmero.

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Qual tipo de prótese de ombro?

Existem dois tipos muito diferentes de prótese total de ombro: a prótese total anatômica, de um lado, e a prótese total de ombro reversa, do outro.

A prótese total de ombro anatômica é uma prótese que reproduz a anatomia do ombro: assim, do lado do úmero, há uma parte de esfera equivalente à cabeça do úmero que é substituída e, do lado da escápula, há uma pequena cúpula equivalente à superfície da glenoide. Inovação francesa que existe há quase 30 anos, a prótese total de ombro reversa, como o nome indica, inverte as superfícies articulares: a parte de esfera é fixada na escápula e a cúpula é fixada no úmero. A escolha entre implantar uma prótese de ombro anatômica ou uma prótese de ombro reversa depende essencialmente do estado dos tendões que se fixam na cabeça do úmero, ou seja, do manguito rotador. Se os tendões do manguito rotador estiverem lesionados, uma prótese de ombro anatômica não poderá funcionar corretamente. Vale ressaltar, no entanto, que existem outras situações em que a colocação de uma prótese total de ombro reversa é preferível

à colocação de uma prótese total de ombro anatômica, levando em conta principalmente o desgaste da glenoide ou a falta de centralização da cabeça do úmero em relação à glenoide.

A prótese de ombro reversa (total)

A prótese total de ombro reversa é, na maioria das vezes (mas nem sempre), necessária para tratar uma artrose. A artrose é definida como o desgaste em espelho de toda ou parte da cartilagem articular que recobre a cabeça do úmero e a glenoide. Podemos comparar o desgaste da cartilagem, lento, progressivo e inexorável, ao desgaste de um pneu de carro. São as sobrecargas excessivas ou as anomalias de orientação das superfícies articulares que explicam esse desgaste.

Chega então o momento de colocar uma prótese total de ombro. Continuando a metáfora automobilística: trocar o pneu gasto por um pneu novo é a solução, pois todo mundo sabe que não dá para rodar por muito tempo no aro!

Vale saber: outros fatores podem favorecer o surgimento da artrose, como fatores genéticos que ainda permanecem sem explicação até hoje, fatores traumáticos (sequelas de fratura ou de instabilidade), mas também certas doenças inflamatórias (artrite reumatoide, espondilite anquilosante) ou outras, como uma doença do sangue, uma necrose asséptica, um distúrbio metabólico como a gota ou uma condrocalcinose.

A prótese reversa também é proposta, às vezes, quando não há artrose, mas apenas uma ruptura importante ou antiga do manguito rotador.

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Reabilitação com fisioterapeuta 2 a 3 vezes por semana, se possível.

Autorreabilitação: exercícios 1, 2 e 3, a serem feitos 5 vezes por dia (1 minuto por exercício).

Uso do braço operado permitido para atividades simples do dia a dia, como se vestir, comer e se lavar.

Carregar peso e realizar atividades de força são estritamente PROIBIDOS.

Ao final das 6 semanas, você retorna para a sua 1ª avaliação pós-operatória, com uma radiografia de controle.

Reabilitação com fisioterapeuta 1 a 2 vezes por semana, se possível.

Autorreabilitação: começar o exercício 4 e, depois, progressivamente os exercícios 5 e 6.

Uso do braço operado permitido para atividades simples do dia a dia. Nada que exija esforço físico, sem carregar peso.

Volta a dirigir.

Ao final do terceiro mês, você retorna para a sua 2ª avaliação pós-operatória, com uma radiografia de controle.

Liberação para fazer tarefas domésticas, natação, ciclismo...

Atividades mais físicas, pequenos reparos domésticos, jardinagem...

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A prótese de ombro anatômica (total)

Por que preciso de uma prótese total de ombro anatômica?

A prótese total de ombro anatômica é, na maioria das vezes, necessária para tratar uma artrose. A artrose é definida como o desgaste em espelho de toda ou parte da cartilagem articular que recobre a cabeça do úmero e a glenoide. Podemos comparar o desgaste da cartilagem, lento, progressivo e inexorável, ao desgaste de um pneu de carro. São as sobrecargas excessivas ou as anomalias de orientação das superfícies articulares que explicam esse desgaste. Chega então o momento de colocar uma prótese total de ombro. Continuando a metáfora automobilística: trocar o pneu gasto por um pneu novo é a solução, pois todo mundo sabe que não dá para rodar por muito tempo no aro!

Vale saber: outros fatores podem favorecer o surgimento da artrose, como fatores genéticos que ainda permanecem sem explicação até hoje, fatores traumáticos (sequelas de fratura ou de instabilidade), mas também certas doenças inflamatórias (artrite reumatoide, espondilite anquilosante) ou outras, como uma doença do sangue, uma necrose asséptica, um distúrbio metabólico como a gota ou uma condrocalcinose.

Reabilitação com fisioterapeuta 3 vezes por semana, se possível.

Autorreabilitação: exercícios 1 e 2, a serem feitos 5 vezes por dia (1 minuto por exercício).

Uso de tipoia dia e noite (exceto em repouso durante o dia e ao se vestir, fazer a higiene pessoal,

durante as refeições, as sessões de fisioterapia e os exercícios de autorreabilitação).

Uso do braço operado permitido para atividades simples do dia a dia,

como se vestir, comer e se lavar (sem que a mão fique acima da cabeça).

Carregar peso e realizar atividades de força são estritamente PROIBIDOS.

Reabilitação com fisioterapeuta 3 vezes por semana, se possível

Autorreabilitação: exercícios 1, 2 e 3, a serem feitos 5 vezes por dia (1 minuto por exercício).

Retirar a tipoia progressivamente: primeiro durante o dia em casa, depois durante as atividades

externas e, por fim, à noite.

Uso do braço operado permitido para atividades simples do dia a dia,

como se vestir, comer e se lavar (sem que a mão fique acima da cabeça).

Carregar peso e realizar atividades de força são estritamente PROIBIDOS.

Reabilitação com fisioterapeuta 3 vezes por semana, se possível. Autorreabilitação: começar o exercício 4 e, depois, progressivamente os exercícios 5 e 6, de acordo com a sua evolução.

Não é mais necessário usar a tipoia.

Uso do braço operado permitido para atividades simples do dia a dia, MAS nada pesado, nada repetitivo, sem tarefas domésticas, sem lavar louça.

Volta a dirigir.

Nada de caminhadas prolongadas ou excessivas.

Ao final do 3º mês, você retorna para a sua 2ª avaliação pós-operatória.

Reabilitação com fisioterapeuta 2 vezes e, depois, 1 vez por semana.

Todos os exercícios de autorreabilitação, acrescentando o exercício 7.

Liberação para retomar progressivamente as tarefas domésticas, a bicicleta de rua ou ergométrica,

a natação, a corrida ou a caminhada rápida.

Ao final do 6º mês, você retorna para a sua 3ª avaliação pós-operatória.

Atividades físicas, carregar peso, pequenos reparos domésticos, jardinagem...

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Questions fréquentes

Quelle est la différence entre prothèse d'épaule anatomique et inversée ?
La prothèse anatomique reproduit l'anatomie : une sphère côté humérus, une cupule côté omoplate. La prothèse inversée inverse ces surfaces (sphère sur l'omoplate, cupule sur l'humérus). Le choix dépend essentiellement de l'état des tendons de la coiffe des rotateurs.
Quand une prothèse d'épaule devient-elle nécessaire ?
Le plus souvent pour traiter une arthrose, c'est-à-dire l'usure du cartilage de l'articulation. Elle peut aussi être indiquée en cas de rupture massive ou ancienne de la coiffe des rotateurs. On l'envisage quand la douleur et la gêne deviennent invalidantes.
Comment choisit-on entre les deux types de prothèse ?
Selon l'état des tendons : si la coiffe des rotateurs est abîmée, une prothèse anatomique ne peut pas fonctionner correctement et l'on privilégie l'inversée. L'usure de la glène et le défaut de centrage de la tête humérale entrent aussi en compte.
Quelle est la récupération après une prothèse d'épaule ?
Port d'une attelle entre 4 et 6 semaines selon les patients, avec interdiction de porter des charges. La conduite reprend entre 1,5 et 3 mois selon les patients, le ménage, le vélo et la natation vers 3 mois, puis les activités physiques vers 6 mois. Des bilans radiographiques sont réalisés à 6 semaines, 3 mois et 6 mois.
Combien de temps dure une prothèse d'épaule ?
Une prothèse d'épaule moderne fonctionne généralement plus de 15 ans. Sa longévité dépend du type d'implant, de la qualité osseuse et du niveau d'activité. Un suivi régulier permet de surveiller son bon état dans le temps.
La pose de prothèse bénéficie-t-elle des nouvelles technologies ?
Oui. Le Dr Collin intègre la planification 3D personnalisée et la réalité mixte (augmentée) au bloc opératoire pour améliorer la précision de positionnement de l'implant, gage de fiabilité et de longévité de la reconstruction.

Frequently asked questions

What is the difference between an anatomic and a reverse shoulder replacement?
The anatomic prosthesis reproduces the natural anatomy: a sphere on the humeral side, a cup on the scapular side. The reverse prosthesis swaps these surfaces (sphere on the scapula, cup on the humerus). The choice depends essentially on the condition of the rotator cuff tendons.
When does a shoulder replacement become necessary?
Most often to treat osteoarthritis, i.e. wear of the joint cartilage. It may also be indicated for a massive or long-standing rotator cuff tear. It is considered when pain and loss of function become disabling.
How is the type of prosthesis chosen?
According to the state of the tendons: if the rotator cuff is damaged, an anatomic prosthesis cannot work properly and the reverse is preferred. Glenoid wear and poor centring of the humeral head also play a part.
What is recovery like after a shoulder replacement?
A sling for between 4 and 6 weeks depending on the patient, with no load-bearing. Driving resumes between 1.5 and 3 months depending on the patient, housework, cycling and swimming at around 3 months, then physical activities at around 6 months. X-ray check-ups are carried out at 6 weeks, 3 months and 6 months.
How long does a shoulder replacement last?
A modern shoulder prosthesis generally lasts more than 15 years. Its longevity depends on the implant type, bone quality and activity level. Regular follow-up monitors its condition over time.
Does the procedure benefit from new technologies?
Yes. Dr Collin uses personalised 3D planning and mixed (augmented) reality in the operating room to improve the accuracy of implant positioning, a guarantee of reliability and longevity for the reconstruction.

الأسئلة الشائعة

ما الفرق بين المفصل الاصطناعي التشريحي والمفصل الاصطناعي المعكوس للكتف؟
يحاكي المفصل الاصطناعي التشريحي البنية الطبيعية للكتف: جزء كروي في جهة عظم العضد، وتجويف صغير في جهة لوح الكتف. أما المفصل الاصطناعي المعكوس فيعكس هذين السطحين (الجزء الكروي على لوح الكتف، والتجويف على عظم العضد). ويعتمد الاختيار أساسًا على حالة أوتار الكفة المدورة.
متى يصبح تركيب مفصل اصطناعي للكتف ضروريًا؟
في أغلب الأحيان لعلاج خشونة المفصل (الفُصال العظمي)، أي تآكل غضروف المفصل. وقد يُنصح به أيضًا في حالة تمزق واسع أو قديم في الكفة المدورة. ويُلجأ إليه عندما يصبح الألم وصعوبة استخدام الكتف مُعيقَين في الحياة اليومية.
كيف يتم الاختيار بين نوعي المفصل الاصطناعي؟
حسب حالة الأوتار: إذا كانت الكفة المدورة متضررة، فلا يمكن للمفصل الاصطناعي التشريحي أن يعمل بشكل سليم، ويُفضَّل عندها المفصل المعكوس. كما يؤخذ في الاعتبار تآكل الحُقّة (السطح المفصلي للوح الكتف) وعدم تمركز رأس عظم العضد في مواجهتها.
كيف تكون فترة التعافي بعد تركيب مفصل اصطناعي للكتف؟
ارتداء حمّالة الذراع لمدة تتراوح بين 4 و6 أسابيع حسب كل مريض، مع منع حمل الأثقال. وتُستأنف قيادة السيارة بعد مدة تتراوح بين شهر ونصف و3 أشهر حسب كل مريض، والأعمال المنزلية وركوب الدراجة والسباحة بعد نحو 3 أشهر، ثم الأنشطة البدنية بعد نحو 6 أشهر. وتُجرى فحوص بالأشعة بعد 6 أسابيع و3 أشهر و6 أشهر.
كم يدوم المفصل الاصطناعي للكتف؟
يعمل المفصل الاصطناعي الحديث للكتف عادةً لأكثر من 15 عامًا. وتعتمد مدة بقائه على نوع الغرسة وجودة العظم ومستوى النشاط. وتتيح المتابعة المنتظمة مراقبة حالته مع مرور الوقت.
هل تستفيد عملية تركيب المفصل الاصطناعي من التقنيات الحديثة؟
نعم. يستخدم الدكتور كولان التخطيط ثلاثي الأبعاد المخصص لكل مريض والواقع المختلط (المعزز) في غرفة العمليات لتحسين دقة وضع الغرسة، مما يضمن موثوقية الترميم وطول عمره.

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre a prótese de ombro anatômica e a reversa?
A prótese anatômica reproduz a anatomia: uma esfera do lado do úmero e uma pequena cúpula do lado da escápula. A prótese reversa inverte essas superfícies (esfera na escápula, cúpula no úmero). A escolha depende essencialmente do estado dos tendões do manguito rotador.
Quando a prótese de ombro se torna necessária?
Na maioria das vezes, para tratar a artrose, ou seja, o desgaste da cartilagem da articulação. Ela também pode ser indicada em caso de ruptura extensa ou antiga do manguito rotador. É considerada quando a dor e a limitação se tornam incapacitantes.
Como se escolhe entre os dois tipos de prótese?
De acordo com o estado dos tendões: se o manguito rotador estiver lesionado, a prótese anatômica não consegue funcionar corretamente e a reversa é a preferida. O desgaste da glenoide e a falta de centralização da cabeça do úmero também são levados em conta.
Como é a recuperação após uma prótese de ombro?
Uso de tipoia entre 4 e 6 semanas, conforme o paciente, sem carregar peso. A volta a dirigir acontece entre 1 mês e meio e 3 meses, conforme o paciente; as tarefas domésticas, a bicicleta e a natação, por volta de 3 meses; e as atividades físicas, por volta de 6 meses. Avaliações com radiografia são realizadas com 6 semanas, 3 meses e 6 meses.
Quanto tempo dura uma prótese de ombro?
Uma prótese de ombro moderna geralmente funciona por mais de 15 anos. Sua durabilidade depende do tipo de implante, da qualidade óssea e do nível de atividade. O acompanhamento regular permite monitorar o seu bom estado ao longo do tempo.
A colocação da prótese se beneficia das novas tecnologias?
Sim. O Dr. Collin utiliza o planejamento 3D personalizado e a realidade mista (aumentada) no centro cirúrgico para aumentar a precisão do posicionamento do implante, garantia de confiabilidade e de durabilidade da reconstrução.